segunda-feira, 19 de agosto de 2013

EAD: Estudar é preciso !


Considerando que a Educação presencial fez ou faz parte da vida de muitas pessoas, é natural que algumas ainda busquem, inclusive na EAD,  o mesmo sistema tradicional, no qual o professor "cobra" prazos e os alunos esperam que este diga o que fazer, como fazer, corrija os trabalhos e provas. E, finalmente forneça a nota obtida juntamente com o parecer : aprovado ou reprovado.

A metodologia aplicada na Educação Presencial necessita ser modificada para acompanhar os alunos da atualidade. Tais métodos podem assemelhar-se aos métodos adequados para a EAD e não o contrário. É inadmissível que cursos com formato presencial sejam simplesmente transferidos para o ambiente virtual, sem qualquer modificação metodológica e sejam denominados de EAD.

Para os  profissionais que atuam ou que pretendem atuar na EAD, ter experiência em salas de aulas presenciais não os qualifica para atendimento de alunos em AVA - Ambiente Virtual de Aprendizagem.

É preciso...

... estudar e aplicar  metodologia adequada para essa modalidade educacional,
... promover mudanças na maneira de pensar a Educação, 
... ter vivências na cybercultura,  

... querer mudar,  virar a página, recomeçar !



quarta-feira, 20 de março de 2013

Considerações: Metodologia para EAD e Educação Presencial


Estou na torcida/expectativa para que ocorram mudanças na Metodologia e que os cursos tanto em EAD ou Presenciais estimulem os alunos a pensar, debater, construir em conjunto,   sendo valorizada a autonomia. De maneira que, os professores ofereçam menos informações prontas, façam  mais perguntas e sejam mediadores do conhecimento.




sábado, 21 de julho de 2012

Formação Continuada para Educadores: obrigatoriedade ou conscientização ?

Num tempo em que os alunos levam para a Escola muitos e variados conhecimentos  e as formas de viver e aprender já não são mais as mesmas do passado, a Formação Continuada é condição imprescindível  para os Educadores conseguirem acompanhar a evolução, muito especialmente na Sociedade da Informação, na Era Tecnológica.

A interdisciplinaridade é fator relevante!  A Educação não pode mais ser vista e trabalhada na forma de disciplinas independentes, conteúdos segmentados. Há a necessidade de constante reflexão, revisão Metodológica para que sejam adotadas práticas nas quais o aluno seja participante e ativo, sendo o professor o medidador das aprendizagens e que constrói novos conhecimenos juntamente com o Grupo. Nesse contexto, a Pedagogia de Projetos é a Metodologia adequada, muito além de ser  um "modismo", é uma necessidade.


Mudanças...
E a Avaliação nesse novo contexto educacional? 

Quais os intrumentos avaliativos? Quem é avaliado? O que é avaliado? 
Avaliação Continuada, diversos instrumentos, avaliar a aprendizagem dos alunos, o professor, o processo como um todo...


Falando em mudanças, não há como esquecer as resistências que necessitam ser vencidas. E como agir para auxiliar alguns Educadores ainda resistentes? Aqueles que somente participam de Formações relacionadas com disciplinas na sua área de atuação, não havendo interesse pelos demais assuntos? Ou aqueles profissionais que nao desejam debater mais nenhum assunto, pois nada poderão fazer para promover mudanças e verbalizam tal situação?

E as Escolas que promovem Formações porque o Governo forneceu
 verba para tal fim, como devem agir quando os educadores comparecem somente
 porque foram convocados ?

E o profissional  que comparece num evento de Formação Continuada, na qualidade de Palestante ou Formador que propõe debates, reflexões, trocas de experiências possibilitando que todos participem ativamente, objetivando novas construções de conhecimentos: como deve agir quando um pequeno grupo demonstra, claramente, desde o momento em que entra na sala que não está interessado no assunto ? Como deve agir ao se deparar com uma professora que entra na sala com fones de ouvido, sacudindo-se (dançando) e assim permanece do início ao fim, somente parando por segundos para falar algo no ouvido do colega da direita, do colega da esquerda e retornado ao seu  "show dance time" ? E, quando o Formador, percebendo o quadro, olha para o lado e observa a presença da diretora da Escola que a tudo assiste e não interfere? Lembrando que, esse relato é referente a um grupo de adultos Educadores que em nenhum momento teve a procupação de não atrapalhar os demais, não se trata de adolescentes.

O novo gera medo e desacomoda, mas o respeito continua sendo fundamental !


quarta-feira, 4 de julho de 2012

Nova cartilha para segurança na Internet






CGI - Comitê Gestor da Internet no Brasil, lançou cartilha para segurança na internet.

Não percam ! A cartilha é virtual, muito interessante.




sexta-feira, 18 de maio de 2012

Qualidade Educacional X Metodologia



Muito é falado sobre melhorias na qualidade Educacional do País, nas inovações tecnológicas, nos avanços da EAD  como um formato de estudo, mas pouquísimo ou nada é falado sobre mudanças na metodologia.

De maneira que, se nem é falado no assunto, obviamente não são promovidas mudanças metodológicas.

Defendo qualidade na Educação, que os alunos desde a Educação Infantil sejam incentivados a pesquisar, argumentar, dividir suas experiências, apresentar hipóteses para a solução de problemas, realizar projetos, tenham a oportunidade de participar de atividades nas quais as tecnologias sejam ferramentas educacionais, etc . Assim, quando chegarem ao nível universitário, poderão também atuar como promotores de mudanças, pois os cursos necessitarão de  adaptação para atendê-los.




É um sonho? quem sabe... vale a reflexão...

A EAD e o Formato dos Cursos

Os formatos dos cursos na EAD seguem rumos diversificados e o mesmo acontece com a metodologia. Cito dois exemplos:


1) Exemplo 1: o aluno recebe textos,  faz provas, responde questionários e sana suas dúvidas com  o tutor. O aluno estuda individualmente e fica depedente do tutor. Geralmente, nesse caso, não se formam turmas e o aluno pode receber exeções dm prazos de tarefas



2) Exemplo 2: o aluno recebe o material de estudo, mais indicação de materiais complementares, tem a liberdade de fazer suas próprias pesquisas acrescentando  ao que foi fornecido e indicado. São promovidas atividades que proporcionam interatividade e interação, trocas de experiências e o tutor é o mediador. Nesse caso, o aluno além de apresentar resultados de estudos e pesquisas também troca experiências e constrói novos conhecimentos e participa e é responsável pela sua aprendizagem. Importante salientar que, nesse caso, existe organização Pedagógica, prazos a cumprir e a turma começa e encerra  o curso no mesmo período. A tutoria e coordenação pedagógica, acompanham todo o processo de aprendizagem de cada aluno, tendo sempre espaço para sanar dúvidas e nunca o aluno pode ficar sem feedback.

Para ambos os formatos existem cursos que enviam impressos para o aluno, os materiais didáticos e Cetificados. Outros optam por disponibilizar na própria Plataforma Virtual, permitindo  ao  aluno a autonomia para efetuar o download dos materiais didáticos e a geração do seu certificado.


No entanto, existem alunos que não se adaptam ao  descrito no "Exemplo 2", talvez em virtude do hábito (cultura) do sistema da educação formal presencial, na qual o professor cobra prazos e as provas são os objetos da avaliação. De maneira que os alunos estudam para obter aprovação nas provas e isso basta.